The Wizarding World of Harry Potter (Universal Studios Florida) + A Celebration of Harry Potter

A maior atração da Universal é a área dos dois parques dedicada a Harry Potter. Antigamente, essa área ficava localizada no parque Island of Adventures e somente lá. Era nesse parque que ficava Hogwarts e Hogsmead. Há alguns poucos anos, no verão de 2014, o Beco Diagonal e uma pequena parte de Londres foram incorporadas ao parque Universal Studios, que fica do lado direito. Ah, se você não tá entendendo nada, deixa eu te explicar: os dois parques são da Universal Studios, o que leva o mesmo nome e o Island of Adventures, mas um ingresso normal não cobre sua entrada nos dois parques, para isso, você precisaria ter um ingresso chamado park hopper, que te dá permissão de visitar os dois parques e, mais importante, pegar o Hogwarts Express pra viajar de Londres à Hogwarts.

Como tudo por lá é fiel aos filmes, não existem placas que indicam ENTRE AQUI PARA O BECO DIAGONAL, em outras partes do parque, claro, mas lá, na área londrina, não vi uma sequer. É como se fosse realmente uma entrada escondida, secreta, ao lado de uma réplica da estação de trem e metrô King’s Cross. Por ali mesmo, antes de entrar no Beco Diagonal, está estacionado o Knightbus, equipado com uma cabeça falante e um ator que é a cópia do nosso não-tão-querido Stanislau Shunpike. Sabe o que é melhor? ELES CONVERSAM! Sim! É hilário! Dá uma chancezinha pra eles quando for pra lá, você vai se surpreender. A casa dos Black fica na extremidade direita de Londres, em Grimmald Place, número 12. De vez em quando o Monstro (Kreatcher) aparece na janela pra dar o ar da graça da sua presença super agradável!

Quando pisei no Beco Diagonal, tive quase a mesma sensação de quando visitei os estúdios dos filmes em Londres, se você ainda não viu, clica aqui, aqui e aqui. É sensacional, gente! Se não fossem as 82038103 de pessoas andando de um lado pro outro, daria pra acreditar que aquilo ali era real. Tudo é tão meticulosamente projetado, cada detalhezinho, cada loja e, ao contrário do estúdio, dá pra entrar nas lojas, docerias e realmente comprar coisas lá dentro! Bons exemplos: Madame Malkin’s (dá pra comprar robe, cachecol, suéter e até uma réplica do vestido que a Hermione usou no Yule Ball), Ollivanders, Gemialidades Weasley, Sorveteria Florean Fortescue e, claro, Gringotts, casa de uma das melhores atrações do parque!

O banco é uma cópia fiel das cenas que vemos nos filmes! É bonito, grande, suntuoso e… quente. Sim, quente! Pelo menos do lado de fora. O dragão branco cego da Bellatrix gosta de cuspir um pouco de fogo de vez em quando! Ah, os duendes também são muito reais e não te dão bola nenhuma. Pesquisando sobre o lugar, descobri que se você perguntar alguma coisa para um dos duendes, você pode tentar trocar seu precioso dinheirinho por notas de dinheiro Gringotts. Hahaha, a gente é tão bobo, né? Nem tão bobo assim! Dá pra usar esse dinheiro falso pra comprar coisas por lá!

Falando nisso, ELES VENDEM CERVEJA AMANTEIGADA! Você crê? E tem de dois tipos: congelada e normal. Experimentei a congelada, paguei quase 14 dólares em um copo de plástico reutilizável com a cerveja dentro (é sem álcool, tá?) e não me arrependi nadinha! Não é muito gostosa, joguei quase tudo fora, é beeeeeeeem doce e a espuma que vem em cima é gostosa, mas bem amanteigada, a boca fica até um pouco oleosa. A cerveja mesmo tem gosto de guaraná mas 10x mais doce. Vale muito a pena experimentar! Dá pra comer no Caldeirão Furado coisas interessantíssmas como Bangers and Mash, Fisherman’s Pie, Toad in the Hole, Ploughman’s Platter (não vou me arriscar a traduzir) e também coisas normais como batata, macarrão e queijo (mac and cheese) e mini torta de queijo cottage. Demais, né?

Mais uma coisa sensacional: você pode participar de uma cerimônia na qual é escolhido por uma varinha, mas tem que ter um pouco de sorte pra isso e, mesmo assim, se quiser comprar essa varinha especial, acho que vai te custar, mais ou menos, 70 dólares. De qualquer maneira, só de assistir a cerimônia já é super mágico! Vou te contar um pouco sobre a cerimônia, então se você estiver pensando em visitar a Universal e quiser ser surpreendido quando chegar lá, pode pular pro próximo parágrafo porque aqui vai um spoiler! Sim, eles devem ter os critérios de escolha baseado naquele potencial cliente que vai comprar a varinha mais cara, mas deixando a razão de lado, vamos falar sobre mágica. Dentro da loja do Ollivander’s, somos conduzidos a uma pequena sala, bem pequena, onde acontece a cerimônia. Um ator sensacional e esquisito (como todo mundo em HP) escolhe alguém e pede pra essa pessoa fazer alguns testes com algumas varinhas. Depois de alguns fracassos, a varinha certa é encontrada e todos ficam babando! Olha esse vídeo aqui pra ver como funciona.

Ainda sobre varinhas, você tem outras opções, se não for o escolhido, haha. Pode comprar uma varinha normal de personagens como Hermione, Rony, Harry e uma variedade boa de personagens, por cerca de 43,95$ (sem impostos), ou pode comprar uma varinha interativa por 49,95$ (sem impostos). Qual é a diferença? A única diferença é que a varinha interativa serve para fazer pequenas mágicas em vários pontos espalhados pela área. Dá pra movimentar coisas, é muito divertido!

Acontecem alguns shows no Beco Diagonal, um apresentação musical e uma encenação sobre os Contos de Beedle, o Bardo. Tem um corujal bem bonito e também uma lojinha pequena de varinhas de ninguém mais, ninguém menos, que Grindewald. Argh.

Por último e, nada, nada, nada menos importante está a Travessa do Tranco, o pedaço mais sombrio de Londres! É sempre muito escuro lá, a única coisa que ilumina o lugar são janelas e vitrines um pouco assustadoras e o interior da loja Borgin and Burkes (onde você pode entrar e fazer compras). Essa parte me chamou muita atenção, acho que é porque demonstra a preocupação de toda a equipe envolvida na construção desse lugar em fazer uma coisa tão cheia de detalhes e tão real.

Ao sair do Beco Diagonal, por que não pegar um trem na Plataforma 9 3/4 e viajar até Hogwarts? Vamos lá! A viagem de trem é uma legítima atração! Com vagões dignos de um trem de verdade e janelas que simulam um caminho diferente na ida e na volta. Dá pra pegar o trem em Hogwarts e no Beco Diagonal, mas lembre-se! você precisa do ingresso park hopper, ok?

As atrações de Harry Potter no parque Island of Adventures são um pouco mais radicais do que no parque anterior. São três rides bem legais como Harry Potter and the Forbidden Journey, um simulador dentro do castelo que te leva a uma partida de quadribol que dá um pouco errado por causa da presença de dementadores, a Dragon Challenge, uma, na verdade, duas montanhas russas que tem como tema o torneio Tribruxo, funciona assim: são duas montanhas russas meio interligadas, intercaladas de cores e trajetos diferentes e assim que você sai de uma, pode ir na outra. Fui em uma só e saí com um pouco de dor de cabeça. Tem também uma outra que se chama Flight of the Hippogriff, outra montanha russa aparentemente inofensiva, mas um pouquinho violenta dentro dos limites de uma montanha russa pequena.

Harry Potter and the Forbidden Journey fica dentro de uma réplica do castelo cheia de detalhes incríveis como quadros falantes, a estufa da Mrs. Sprout e um chapéu seletor tagarela! Só peguei a fila de single rider (fila especial de pessoas que vão sozinhas para preencher lugares vazios nos carrinhos) então não vi tudo o que o castelo oferece. Sempre digo: as filas são parte da atração! Aparentemente, dá pra ver até a sala do Dumbledore na fila normal.

O que mais tem de legal nessa área? O Três Vassouras, algumas lojas como a Zonko’s e a Dedosdemel (dá pra comprar Sapo de Chocolate e Feijõezinhos e Todos os Sabores), tem também um lugar chamado Owl Post, uma espécie de correio no qual, além de enviar cartas de verdade, pode comprar coisinhas especiais relacionadas ao mundo do Harry como selos, canetas de pena, tinta e artigos de papelaria. Demais, né? Não vi isso lá, mas procurei no site da Universal e decidi compartilhar.

O mais legal dessa parte é uma ponte que oferece vista pro castelo e, se você tiver paciência, consegue tirar umas fotos sensacionais! Sem (quase) nenhum turista. O visual das construções de Hogsmeade com toda aquela neve e chaminés tortas é incrível, o ambiente é verdadeiramente deslumbrante!

Mas acho que você já percebeu que o que me move são os detalhes, né? Vou falar um pouco sobre eles. As roupas que os funcionários usam são sensacionais, são como se fossem bruxos de verdade, o ambiente é totalmente imersivo, são raras as situações que remetem o guest ao mundo exterior. Desde as pinturas das paredes até as vitrines cuidadosamente decoradas. Se você é fã do Harry Potter, você precisa conhecer o lugar!

Falei, falei, falei e falei! E agora vou falar mais um pouquinho sobre um evento chamado “A Celebration of Harry Potter”, uma convenção de 3 dias que acontece anualmente nos parques da Universal em Orlando. Consegui ir no primeiro dia e tive a oportunidade de ver, bem de longinho, o Tom Felton, Matthew Lewis, Jason Isaac e Warwick Davis, ou seja, Draco Malfoy, Neville Longbottom, Lucius Malfoy e Professor Flitwick/Griphook. Demais, não?

Alguns colegas que ficaram para o segundo e terceiro dia conseguiram ver eles de pertinho e tirar aquela foto legal com os atores fazendo vez de papagaio de pirata, hahaha. Tem várias coisas legais pra se fazer, atividades acontecem nos dois parques e vemos pessoas caracterizadas em todo lugar! Tinha gente vestida de tudo quanto é jeito! Luna com cabeça de leão, Harry Potter, Severus Snape, aluno normal de Hogwarts (meu caso), alunas de Beauxbatons, Madame Pomfrey, Sibila Trelawney, Pomona Sprout, vi uma mãe que transformou a cadeira de rodas do filhinho no Hogwarts Express, uma mulher fantasiada de pomo de ouro e até de Queenie Goldstein, Jacob Kowalski e Newt Scamander, do filme Fantastic Beasts. O povo caprichou, minha gente!

Entre as atividades estão sessões de perguntas e respostas, batalhas, quizes, exposições (o Aragogue de verdade tava dando o ar da graça por lá esse ano), também vi a Hermione petrificada pelo Basilísco, teve uma cerimônia com o chapéu seletor e uma sessão de autógrafos com a ilustradora dos livros do Harry Potter. Acredita, nisso? Não tem como não ficar maluco. Ah, eles também anunciaram oficialmente uma expansão no The Making of Harry Potter, que é o estúdio na Inglaterra sobre o qual falei lá em cima. A expansão se trata de uma área inteiramente dedicada à Floresta Proibida. Muito bacana! Dá pra pagar um pacote especial e participar de um Meet & Greet com os atores, mas é beeeeeeem salgadinho o preço.

Ufa! Acho que falei tudo o que eu queria! Foi uma experiência maravilhosa, vi que tem muita gente fã de Harry Potter nesse mundo. Gastei uma nota no visu, mas não me arrependo nadinha, hahaha, foi muito divertido, mesmo estando sozinha.

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O passe anual da Universal

Universal1WOW! Voltei (pela milhonésima vez), >ainda< não pra falar sobre a Disney, mas pra dar uma palhinha dos alguns posts que estão por vir, decidi escrever um tico sobre a Universal Studios.

Vou começar falando em valores. Se você for fazer o ICP (International College Program) da Disney, minha dica preciosa é: compra o passe anual da Universal, mas compra o mais barato! Here’s what happened to me: fui comprar o passe direto no parque já na segunda semana do intercâmbio e meu maior interesse nesse ingresso era usá-lo pra poder entrar nos parques durante os dias do “A Celebration of Harry Potter” (clica no link pra saber mais!), então perguntei pra moça do balcão, funcionária da Universal, se o passe mais barato cobriria minha entrada pro evento e, depois de checar uma tabelinha, ela disse que não. Resultado? Comprei o mais caro. Paguei mais ou menos 340 dólares quando podia ter desembolsado apenas míseros 270, porque todos os meus amigos que compraram o mais barato puderam fazer tudo o que eu fiz durante o Celebration. Antes de mais nada já vou avisando: não fui em todos os brinquedos do parque. Me arrependo? Sim, e não. Uma coisa é certa, gente, faça o que você estiver com vontade de fazer. Se der preguiça, acontece! Até porque o famoso FastPass+ é apenas uma doce memória dos parques da Disney que a Universal não te oferece. Até oferece algo parecido, mas você tem que pagar a mais por isso e esperar em filas de 1 hora mata seu bom humor.

Por isso mesmo vou te falar um pouco sobre o que eu fiz de bom por lá. Meu primeiro dia foi com o Rapha (que odeia montanhas russas) então fugimos um pouco delas. Andamos o dia tooooodo nos parques mas, agora parando pra pensar, só fomos em 3 brinquedos! Funciona assim, gente, a Universal tem dois parques, Island of Adventure e Universal Studios, e você só pode andar de um para o outro se seu ingresso for um park hopper. Não tem como escolher um só, os dois são bons em suas próprias características e, vai por mim, você vai querer ter um ingresso assim pra poder aproveitar o máximo que a área de Harry Potter (vou fazer o post só pra ele) tem pra te oferecer.

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Depois voltei pra lá com minha roommate Jess e a amiga dela, depois com o Lucas e a tchurma dele e por último, sozinha! Sabe? A Kate, minha outra roommate, disse que eu tinha que ir, pelo menos uma vez, sozinha pros parques, pra fazer o que eu bem entendesse e ir onde eu tinha vontade. Não é que foi uma boa? É legal parar pra tirar foto de tudo e ser o turista que pede foto pra estranhos o tempo todo, afinal de contas, estamos na terra da fantasia!

Uma das coisas mais legais no parque é poder conversar com o Burro do Shrek. Ele fica num lugarzinho bem na saída do Shrek 4D (cinema) acompanhado por um grande e mudo Shrek. Ele faz piadas engraçadíssimas com sua cara e é hilário! Vale super a pena dar uma paradinha pro Meet & Greet mais engraçado de Orlando.

Você consegue conhecer personagens super legais por lá como Pica-Pau, George o Curioso, Barney (dinossauro roxo ♥), Bob Esponja, Patrick, Pinguins de Madagascar, os Simpsons, Salsisha, Scooby-Doo, Vampira, Tempestade, Gru e companhia, Betty Boop, alguns transformers como o Bumblebee e, pelo que eu andei lendo, muuuuitos outros, dá até pra conhecer um Velociraptor sensacional! Hahaha.

O parque do lado direito, Universal Studios, tem uma área meio hollywoodiana e outra meio new yorkiana (rs), tem brinquedos como o Shrek 4D, a Hollywood Rip Ride Rockit (montanha russa), The Simpsons Ride (simulador), Transformers: The Ride 3-D (simulador), Revenge of The Mummy (uma mini montanha russa MARAVILHOSA!), Minion Mayhem, E.T. Adventure, Escape from Gringots (Harry Potter), entre outras. Dessas todas, só não fui na Rockit e na dos minions e, das que eu fui, não tem como escolher a melhor! Cada uma arrasa na sua própria essência, mas se você tiver que escolher, faz o seguinte, se vira e vai em todas! Hahaha.

Outra coisa bem bacana nesse lado do parque é uma atração chamada Horror Make-up Show. Além de poder ver algumas coisas super interessantes usadas em filmes de terror na Universal como a cabeça do Hellboy e peças dos filmes Tubarão, Psicose, Van Helsing, entre outros, você assiste a um live show super engraçado sobre técnicas de maquiagem usada em filmes de terror. Vale a pena, gente!

Sou suspeita pra falar porque sou uma fã maluca de Harry Potter, mas a melhor parte desse parque é a área do Harry. Bom, nesse parque fica o Beco Diagonal e um pedacinho de Londres como a King’s Cross e a casa do Sirius Black. No outro parque, que vou falar sobre logo em seguida, fica a parte de Hogwarts e Hogsmead. Dá pra andar de uma parte pra outra de trem, isso mesmo, de TREM! O Hogwarts Express, pra ser mais específica. Mas pra fazer isso você precisa daquele tal de park hopper que expliquei nos primeiros parágrafos. Vou fazer um post só sobre isso, então não vou dar tantos detalhes assim, ok? :)

O parque do lado esquerdo é o Island of Adventure e, como o próprio nome já diz, é pula aventula! Tem brinquedos bem legais mas não fui em quase nenhum, você crê? No entanto, graças a pessoas chamadas Lucas e seus amigos, dei conta de ir nos mais radicais. Gente, deixa eu contar a história mais engraçada da minha viagem?

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Depois de ir na montanha russa do Hulk (The Incredible Hulk Coaster), eu tava me sentindo o ser humano mais radical do Brasil, mas não tinha ninguém que poderia me convencer de ir em um brinquedo chamado Doctor Doom’s Fearfall, uma espécie de elevador. Não era tão assustador, mas como repeti mil vezes nos últimos meses, não tenho medo do brinquedo, só não gosto da sensação de queda, sensação de chão gone. A fila de espera era de 5 minutinhos mas eu estava muito mais do que decidida que eu não iria.

Quando estávamos indo embora, já era noite e passamos na frente de um brinquedo que eu pensei ser um simulador. Depois de entrarmos em uma salinha típica de simulador, finalmente entramos na área dos assentos e, só depois que o cinto de segurança já tinha sido colocado, percebi que eu estava no bendito elevador! Sério, não sei o que eu senti, aqui no Brasil esses brinquedos não tem “salinha de espera” com teto e tudo. É chegou e foi! E tava tão de noite, que nem percebi que estávamos em céu aberto. Assim que eu olhei pra cima e vi uma segunda torre (são dois elevadores) eu demorei uns 5 segundos pra perceber o que estava acontecendo e entrei em desespero total!

A Camila que, ainda bem, faz pedagogia, foi minha heroína, pegou na minha mão e me acalmou de um jeito que acho que nem minha mãe faria (até porque ela também não gosta desses brinquedos), meus olhos estavam cheios de lágrimas e eu tava com muito medo! A gente gritou pra ver se alguém nos tirava dali mas foi em vão. Hahaha. Tudo deu certo, por um momento eu pensei que fosse desmaiar mas foi tão engraçado que eu não sabia se ria ou se chorava quando desci do brinquedo. Sensação de queda livre é muito ruim e não sinto nenhum prazer nisso (salvo pela querida Hollywood Tower). Brigada, Camila!

Voltando pra história do Hulk, sempre tive muito medo dela e não tive coragem de ir da primeira vez que fui pra Orlando, em 2013. Mas dessa vez era quase como uma obrigação pra mim, eu botei na minha cabeça que precisava ir e fui. Sem pensar duas vezes e não me arrependo nada! Ver o lago do parque daquela altura é uma coisa indescritível! Ah, só mais uma coisinha, você acredita que quando fui sozinha a montanha russa do Hulk não tinha uma alma viva na fila? Entrei e fui DIRETO pro assento! Sonho, né?

Uma coisa meio chata na Universal é que você precisa guardar sua mochila em guarda-volumes em praticamente todos os brinquedos! Mas fazer o que, né? É pra nossa própria segurança e também integridade das atrações e dos seus objetos pessoais. No Hulk tem até um detector de metais daquele de aeroporto, não pode ter nem uma moedinha no bolso.

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Um brinquedo que me dói o coração de ter perdido foi o Jurassic Park River Adventure porque, olha o spoiler, molha MUITO! E as capinhas de chuva que eles vendem na porta do brinquedo custam 9 dólares.

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Tem outros brinquedos como Skull Island: Reign of Kong (ride do King Kong) mas, acredite, a fila estava cerca de 150 minutos! Não tinha nem como ir. Tinha também o simulador do Homem Aranha, suuuuuuuper legal, mas gente, vai por mim, nunca vá a um simulador logo depois de comer, pode parecer inofensivo, mas é tão real que se até você acredita, imagina o pobrezinho do seu estômago! Ah, a maior parte das atrações do Harry Potter estão nesse parque.

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A comida por lá, assim como na Disney, é muito cara! Você não paga menos que 15 dólares por um hamburger com batatas e refri e por isso eu digo: se prepare! Leve lanchinhos! Vá até o Walmart, compre fruta, Oreo, pão e faça sanduíches. A água é gratuita nos parques, tanto Disney quanto Universal, é da pia, mas é considerada potável, é só você pedir: can I have some tap water?  Assim você se poupa de gastar 3 dólares em uma garrafinha.

Fiz uma conta aqui, de 36 atrações (entre brinquedos, shows e etc.) que o parque oferece, devo ter feito umas 15 em cinco idas a Universal Studios. Valeu, né? Oh, se valeu! Dá uma olhadinha na galeria aqui embaixo pra ver mais fotos da Universal Studios.

Obrigada pela companhia, gente! Logo, logo posto mais coisinhas. Beijinho!

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2 days in Paris – May, 2016

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BONSOIR! Como você já sabe, meus primos e eu fizemos uma mini viagem de 4 dias para a Europa. Já contei aqui no blog como foi nossa visita à Londres, então cá estou, novamente, para te contar um pouco sobre nossa viagem à Paris!

Depois de Londres, pegamos um dos ônibus da Eurolines e passamos a noite toda viajando. Atravessamos o Canal da Mancha pelo Eurotunel e de manhã já estávamos em Paris! A Marcela acabou perdendo o celular no ônibus, que aliás foi dirigido por um motorista bem chato e mal educado. Depois de uns telefonemas aqui e ali conseguimos encontrar o celular!

Fomos então para um hostel muito, MUITO, m-u-i-t-o, mas muito perto do Museu do Louvre, o que acabou pesando um pouquinho nos nossos bolsos. Enfim, depois de uma manhã perdida por causa de uma discussão com o Gu (acontece, né? kkkkk), fomos visitar a parte de fora do Museu do Louvre, tiramos algumas fotos na Pirâmide do Louvre, que aliás tem uma história bem interessante cheia de controvérsias porque muitas pessoas sentiam que o design moderno da construção contrastava com o modelo clássico do Louvre. Se você já leu ou assistiu o Código da Vinci vai se interessar ainda mais em conhecê-la. Eu sou bem suspeita pra falar, mas a sensação de estar perto de lugares como esse é realmente indescritível.

Não entramos no Museu do Louvre neste dia porque no dia seguinte a entrada para menores de 26 anos seria gratuita! Fomos então caminhando até o Jardin de Tuileries, que leva essa nome porque havia uma fábrica de azulejo (ou telha) no local onde futuramente a Rainha Catarina de Medici construiria o Palais des Tuileries em 1564. O jardim separa o Louvre do Palácio da Concórdia. Ah, se quiser saber um pouco mais sobre a história, entra aqui nesse site oficial de Paris! Passamos o resto do dia na Champs-Élysées.

No dia seguinte, nós andamos muito, continuamos caminhando até a Pont des Arts. Tinha um pessoal gravando um filme lá, então não demoramos muito. Os lugares onde as pessoas costumavam colocar seus cadeados estavam cobertos e já não haviam mais cadeados. Só alguns amarrados em correntes estrategicamente colocadas por turistas que se recusam a ir até Paris e não participar do ritual. Fomos até a ponte seguinte em direção a Catedral de Notre Dame e o Gu colocou um cadeado com nosso nome (acho que era a Pont Neuf, mas não tenho certeza)! Hahaha, tomara que fique pra sempre lá!

Foi entre a Pont des Arts e o caminho a pé até a Notre Dame que encontramos a praça mais linda de todos os tempos! A Place Dauphine. Por um segundo eu desejei que o Brasil fosse como a França e que pudéssemos ter o prazer de passar por um lugar desse todos os dias de nossas vidas. Sua construção foi solicitada pelo rei Henrique IV da França em 1607. Tiramos fotos no local conhecido como Square de la Place Dauphine.

Visitamos um mercadinho de flores e logo chegamos na Catedral de Notre Dame. Entra aqui pra ler sobre a Catedral no seu site oficial. Muitas pessoas podem sentir uma certa familiaridade com esse nome, principalmente aquelas que já têm uns 20 e poucos anos. Sabe por que? Lembra do Quasímodo? Ou da Esmeralda? É! A Disney fez uma adaptação em 1996 do romance de Victor Hugo, O Corcunda de Notre Dame, de 1831.

No mesmo dia resolvemos conhecer as famosas Catacumbas de Paris. A 2o metros de profundidade do chão estão as Catacumbas de Paris, um labirinto abaixo do coração de Paris que contém os ossos de milhões de pessoas cujos esqueletos iam sendo transferido para lá na medida em que os cemitérios, nos séculos XVIII e XIX, iam sendo fechados por causa dos riscos que eles ofereciam à saúde pública. O primeiro cemitério fechado foi em 1786. Lá encontram-se os ossos de pessoas como Jean de La Fontaine, Robespierre, Lavoisier e Danton.

Sabe o que eu senti? Me senti um pouco insegura antes de chegar no local onde o ossuário começa. São cerca de 130 degraus em caracol de descida para chegar até as catacumbas. Não sei se isso influencia a sensação desconfortável ou se isso fica por conta da atmosfera carregada. Mas vale a pena! Com certeza vale. Depois da subida (83 degraus, tem até um desfibrilador na saída caso alguém passe mal!), na saída, do outro lado da rua tem uma lojinha muito bacana das catacumbas! Cheia de vááárias coisinhas de ossos.

Depois disso fomos até a Champs-Élysées atrás de um sapato pra mim! Gente, acreditem, até hoje não sei arrumar mala! Levei duas botas porque só sei usar bota em viagem, uma simplesmente não aguentou mais essa vida dura e morreu (rasgou em Londres, bem na sola e ainda consegui usar ela por quase um dia!), tive que jogar ela fora, junto com a meia! (Só joguei porque realmente estavam muito estragadas, viu?) O pior de tudo é que a coitada da Julia me emprestou o tênis dela e ficou usando uma sapatilha super desconfortável por um bom tempo porque a sapatilha não servia em mim, assim como a outra bota que eu levei. Ju, serei eternamente grata por isso, te amo! ♥ Encontrei um tênis e caminhamos até o Arco do Triunfo. Se eu for explicar o que ele é, esse post vai ficar maior do que eu imaginei, por isso, entra aqui pra saber mais!

Fechamos a tarde com chave de ouro, no Museu do Louvre, com direito a cochilada no sofá (né, Gu?) e tirada de sapatos porque não aguentávamos mais! Ah, pro Louvre vou fazer um post inteirinho, só pra ele, por isso aguarde. Passamos o anoitecer na torre Eiffel. Sobre ela eu já escrevi, aqui ó! Só pra reforçar o que já escrevi nesse post do link: ela é linda! Dá só uma olhada….

Nossa noite na torre foi inesquecível. Comemos um hot dog sentados na beirada de um túnel e quase não subimos nela por causa de uma cerveja, haha. Passamos um frio DO CARAMBA mas a sensação de estar no topo de Paris só pode ser sentida e nunca, nunca alcançada.

Foi assim o final da nossa visita à França. No dia seguinte fomos até o aeroporto bem cedo pra não correr nenhum risco. Ainda vou fazer outro mini post pra te contar sobre nossa breve tarde em Madri, mas vou me despedir dessa viagem nesse post aqui. Demorei pra escrever porque eu realmente gosto de sentar e escrever meus posts de uma vez só! E não estava encontrando o tempo certo pra escrever. Agora ele tá pronto! E eu só queria agradecer a algumas pessoinhas por essa experiência: mãe, mais uma vez obrigada. Ju, Cela, Gu obrigada por serem assim, tão particularmente vocês! Obrigada por todos os momentos e por todas as risadas! Amo vocês coisinhas! ♥

Como trabalhar na Disney?

Uma vez, há alguns anos, minha mãe perguntou se eu não me interessaria em trabalhar na Disney por alguns meses quando eu fosse mais velha e, nesse dia, a sementinha foi plantada. E quase esquecida por eu pensar que não conseguiria.

No comecinho desse ano, o vídeo do Igor Saringer (clica no nome dele pra ver!) apareceu na minha frente. Não me lembro exatamente como, mas provavelmente o YouTube me recomendou o vídeo ou algo assim. O Igor conta toda a experiência dele participando de um processo para trabalhar na Disney. Eu logo soube que eu precisava tentar também.

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Vou te explicar o que significa o Disney Cultural Exchange Program a partir de informações do site da STB, que é a agência de viagens responsável pelo intermédio entre você e a Disney, e também a partir do que eu aprendi até agora concorrendo ao programa.

Segundo a STB “o Cultural Exchange Program é um programa de trabalho remunerado nos parques e hotéis do complexo Walt Disney World® Resort, na Flórida”. Ele acontece no final do ano, tem duração de 2 a 3 meses (a data é estabelecida pela Disney) e, para participar, você precisa atender alguns pré-requisitos. São eles:

– Ter no mínimo 18 anos até a data de início do processo seletivo;
– Ter inglês fluente;
– Ser estudante universitário regularmente matriculado em curso de bacharelado presencial reconhecido pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) e com calendário acadêmico regular;
– Estar cursando entre o segundo e o último período acadêmico;
– Ter disponibilidade para iniciar e completar o programa a partir de meados de novembro até o começo de março do ano seguinte;
– Possuir condições financeiras para custear bilhete aéreo de ida e volta, seguro de saúde internacional exigido pela Disney, as primeiras duas semanas de acomodação, taxa assessement fee (valor revertido para conservação do condomínio, eventos etc) e despesas de visto;
– Estar apto a morar com participantes do programa vindos de diferentes países e culturas;
– Ser extrovertido, alegre e flexível.

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Na mesma hora que assisti o vídeo do Igor, entrei no site da STB e fiz uma pré-inscrição no site para receber mais informações sobre o processo. Isso aconteceu em janeiro, mais precisamente no dia 06.

Depois disso, fui pesquisar sobre o processo seletivo e quais eram as chances de eu conseguir passar por todas as fases e ser selecionada e descobri que, no geral, o programa é composto por 2 fases + o visto.

✭ 1ª fase do processo

A 1ª fase é organizada pela STB e é composta por uma palestra sobre o programa e uma entrevista. Em abril (se não me engano), a STB abriu uma área em seu site onde você podia ver em que cidade aconteceriam as palestras, quando aconteceriam, quantas vagas estavam disponíveis e fazer sua inscrição. Consegui fazer minha inscrição para Brasília.

{A palestra} Minha palestra aconteceu no dia 18 de maio e, como moro em outro estado, consegui agendar minha entrevista para o mesmo dia, algumas horas depois da palestra. Na palestra, foi falado sobre o programa, sobre as taxas, sobre as datas, sobre algumas regras e mais alguns assuntos. É muito importante prestar atenção em tudo porque é o momento ideal pra tirar dúvidas sobre o programa.

{A 1ª entrevista} Fiz a entrevista em dupla com uma menina do Rio de Janeiro, a Larissa. Calma! Eu sei que você aí, ser do ano de 2017, está lendo esse post nesse exato momento, pensando em mil coisas ao mesmo tempo e morrendo de medo de estragar tudo durante a entrevista, mas eu tenho uma dica preciosa pra você: não se desespere. A entrevista é em inglês, mas é uma entrevista de emprego normal. Tirando o fato de que é um emprego na Disney, claro! Mantenha a calma, responda com clareza e comporte-se como a pessoa preparada para o emprego que você é. Nessa primeira entrevista, você já leva uma listinha na qual coloca seu grau de interesse em cada uma das vagas de emprego disponíveis. A STB te encaminha essa listinha e você preenche de acordo com sua vontade. Nesse ano, a listinha continha vagas para 11 cargos, todos bastante simples e operacionais como: vendas, personagens (só não dá pra ser princesa porque para isso o processo seletivo é mais complicado e elaborado), salva-vidas e atrações, por exemplo.

{O 1º resultado} Foi difícil esperar! A minha entrevista aconteceu no dia 18/05, mas fomos avisados que os resultados só sairiam na primeira semana de julho. Acho que você pode imaginar a surpresa que foi receber o resultado antes do esperado, né? No dia 29/06 o resultado saiu e todo mundo surtou. Eu tava em um curso com minha mãe, em um hotel em Jaguariúna, e, quando soube, peguei meu notebook na hora e fui correndo ver se eu havia sido selecionada. E eu fui! Fiquei tão feliz, tão realizada! Contei pra minha família, pro meu namorado, pras minhas amigas e só conseguia pensar: “será mesmo que eu vou conseguir?”.

As pessoas que não são nem aprovadas nem reprovadas ficam em stand by, um tipo de lista de espera. Ou seja, se alguém desistir, a pessoa que está em stand by tem uma nova chance de passar.

A espera não foi fácil. Foram praticamente 2 meses entre o 1º resultado e a 2ª entrevista, mas a gente é forte e a gente aguenta!

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✭ 2ª fase do processo

A Disney participa diretamente da 2ª fase do processo, eles começam a nos mandar e-mails e nos dizer o que devemos fazer, com o apoio da STB.

{A 2ª entrevista} Essa entrevista só pode ser feita em São Paulo e os entrevistadores são recrutadores da própria Disney, ou seja, americanos. Imagina a pressão que nós, os possíveis futuros Cast Members (pessoas que trabalham na Disney), colocamos sobre nós mesmos? Mas, that’s the way it is! Lá fui eu, fazer minha segunda entrevista. Quem me entrevistou foi o Jim e, mesmo sem conhecê-lo antes, no fundo eu queria ser entrevistada por ele. Ah, um detalhe importante: para trabalhar como Merchandise (uma das posições que eu mais queria, que no geral é vender e organizar prateleiras) ou Quick Service Food and Beverage (vender e mexer com comida e bebida) o candidato não pode ter tatuagens abaixo do cotovelo, porque para cobri-la seria necessário maquiagem, o que não é considerado higiênico quando manuseamos alimentos ou bebidas. Obs: para trabalhar nas outras posições tatuagens são permitidas, desde que estejam cobertas com maquiagem ou pela roupa. Voltando ao Jim, ele me perguntou porque eu gostaria de trabalhar lá e outras coisas comuns em uma entrevista de emprego. Respondi sinceramente a todas as perguntas, mostrei que eu estava preparada e que considerava a experiência desse trabalho algo muito importante. Ele me disse que o resultado demoraria mais ou menos um mês pra sair. A entrevista não foi assustadora, muito pelo contrário! O Jim foi simpático e me senti confortável ao responder todas as perguntas.

{O 2º resultado} No dia 29 de agosto os resultados começaram a sair, mais precisamente às 06h da manhã aqui no Mato Grosso. As reprovações já haviam sido anunciadas na semana anterior e pelo que os participantes dos anos passados nos disseram, essa era a ordem: primeiro a Disney anunciava os reprovados, depois os aprovados e por último as pessoas que estavam em stand by. Então, para quem não recebeu um e-mail de Congratulations! You have been selected to participate in a Disney International Program! logo na primeira hora, as seguintes horas se tornavam cada vez mais torturantes. Meu e-mail chegou por volta das 06h49 quando eu já havia perdido quase todas as esperanças (um medo inevitável). Me senti feliz. Feliz demais! Aquela sensação de dever cumprido tomou conta do meu dia.

Junto com o e-mail de aprovação eles encaminham a famosa Job Offer, que é a oferta de trabalho. É assim que você fica sabendo qual posição irá exercer por lá e qual será sua data! Fui selecionada para trabalhar como Attractions (minha primeira opção, junto com Merchandise). Nessa posição, o cast member trabalha com as rides e os shows, resumidamente. Podem narrar informações aos guests, colocá-los e retirá-los das atrações, monitorar o fluxo dos visitantes e garantir uma experiência segura para eles.

Depois do 2º resultado, a equipe de recrutamento internacional da Disney encaminha vários e-mails com orientações e passo-a-passo de todos os documentos e formulários que devemos ler e preencher para continuarmos elegíveis ao programa. Após o resultado, eles te dão 7 dias para pagar uma taxa de 354 dólares para a Disney que, segundo a STB, cobre a taxa de conservação dos condomínios (154 dólares) e o depósito das duas primeiras semanas de aluguel (200 dólares). Caso o valor do aluguel ultrapasse os 200 dólares na primeira semana será descontado do paycheck e caso sobre algum valor, será utilizado para a terceira semana do aluguel.

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✭ O visto

Essa foi a fase que pensei que seria a mais difícil pra mim, porque moro longe de tudo e para dar início ao procedimento do visto, eu precisaria esperar um documento chegar até minha humilde residência. Esse documento é encaminhado pela Disney para a STB, se chama DS 2019 e é por causa dele que você pode tirar o visto J-1. É isso mesmo, o visto de turista, o B-2, não serve para participar do programa. O visto J-1 é para programas de intercâmbio, o que se encaixa no nosso programa. Assim que o documento chega para a STB, se não há nenhuma loja perto de você, a própria STB encaminha o DS 2019 para sua casa.

E, ao contrário do que pensei, recebi o DS 2019 MUITO RÁPIDO. O pessoal de São Paulo começou a receber ligações da STB em uma segunda-feira (10/10), o meu chegou aqui, em Rondonópolis-MT, na quinta-feira (13/10). No mesmo dia comecei a preencher o DS 160 (formulário online do governo americano). Depois disso, é preciso acessar outro site para pagar as taxas necessárias (R$ 528,00), agendar sua visita ao CASV e sua entrevista. É preciso também pagar a SEVIS Fee (35 dólares), em outro site, para poder participar do programa.

Agora vem a parte mais legal: consegui marcar minha visita ao CASV, que é onde tiramos a foto para o visto e registramos nossas digitais, para a segunda-feira seguinte (17/10) e a entrevista na Embaixada dos Estados Unidos para a terça-feira (18/10), tudo em Brasília. Peguei um ônibus no sábado à noite e na quarta-feira de manhã já estava de volta em Rondonópolis. Tudo ocorreu conforme programei, meu visto foi aprovado e agora só falta uma coisa: ir!

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Os custos deste programa envolvem basicamente o custo com o visto (160 USD), com a Sevis Fee (35 USD), com o DORMS (aquela taxa de 354 USD que você paga para a Disney assim que recebe a Job Offer, o seguro de viagem (em 2016, o seguro precisa ser fechado com o Lloyd’s of London, cuja opção mais cara e mais vantajosa custa 3,33 USD por dia de viagem, ainda não paguei meu seguro e retirei essa informação do link do Lloyd’s of London que a Disney manda pra gente), um atestado de antecedentes criminais que precisa, obrigatoriamente, ser emitido pela STB (25 R$), passagem de avião para Orlando (a minha, saindo de Cuiabá e voltando para Cuiabá saiu por um total de R$ 2.188,37) e o custo com o condomínio, que será o lugar que você vai “morar” enquanto estiver trabalhando por lá. Segundo informações não oficiais, o custo do condomínio varia entre 87 e 118 USD por semana (isso em 2015), porque depende de que condomínio você vai ficar e de quantas pessoas dividirão o apartamento com você, mas você não toma a decisão final sobre onde irá ficar. Tem também o custo com alimentação, produtos de limpeza, e outros itens de consumo, mas não dá pra mensurar exatamente, né? Existem também os gastos com passagens e hotéis, se você não mora em São Paulo. Também dá pra fazer a primeira entrevista em outras cidades como Brasília, Belo Horizonte e Recife (informação de 2016) e também tirar o visto em São Paulo, Brasília, Recife e Rio de Janeiro. Mas a segunda entrevista (aquela, com os recrutadores da própria Disney) só dá pra ser feita em São Paulo e se você não é de nenhuma dessas cidades e mora a quilômetros delas, vai precisar gastar um bom dinheirinho com passagens e hotéis.

ATENÇÃO: Os valores marcados de verde foram os reais valores que eu tive que pagar até agora e os valores marcados em vermelho não são informações oficiais. Ainda não tive acesso aos custos reais e peguei esse valor de um blog de uma ex cast member, mas tenho certeza de que não mudará muito para esse ano. Assim que eu tiver mais informações, volto e arrumo os valores do seguro e dos condomínios.

Sobre a remuneração entenda: você irá trabalhar, no mínimo, 30h semanais e por cada hora trabalhada receberá 10 USD. Vale lembrar que, dependendo da sua role (cargo) dá pra fazer horas extras e juntar um pouco mais de dinheiro.

Nesse ano, a data de maior duração é de 2 meses e meio e a menor de 2 meses. A data é estabelecida pela Disney, não é a gente que escolhe.

ATENÇÃO 2: Gente, lembrem-se, por favor, de que todas essas informações não são oficiais, são baseadas na minha experiência até agora. 

Quer saber de uma coisa bem interessante? Minha primeira entrevista aconteceu no dia 18/05, a segunda no dia 18/08 e minha entrevista na Embaixada no dia 18/10. Não sei porque, mas acho que 18 acabou virando meu número da sorte. Pedi muito pra que Deus me permitisse a oportunidade de viver essa experiência e procurei dar o meu melhor nas entrevistas, vou fazer dessa viagem algo inesquecível que só vai contribuir para o meu crescimento pessoal e profissional.

Ah! E se você é de Rondonópolis ou de qualquer outro lugar do Brasil e quer muito participar do programa, pode enviar um e-mail (gabrielagramos@msn.com) pra mim ou comentar nesse post que vou ter o maior prazer do mundo em tirar todas as dúvidas que eu puder! E também vou ficar muito feliz! Obrigada em especial pra mãe e Rapha (espero encontrar vocês por lá) e todas as pessoas que me apoiaram e acreditaram que eu ia conseguir, amo amo amo vocês! Lembre-se sempre de que

“when you wish upon a star, makes no difference who you are, everything your heart desires will come to you” ✭

(quando você deseja a uma estrela, não faz diferença quem você é, tudo o que seu coração deseja virá até você) Filme Pinóquio (adaptação de Walt Disney), 1940.

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2 days in London – May, 2016

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Como eu já te contei no post anterior, meus primos e eu demos uma breve passadinha na Europa em maio. Eu já puxo uma sardinha imensa pra Londres… é minha cidade favorita no mundo inteiro. E é por ela que vou começar a contar como foi nossa primeira viagem juntos pra fora do país.

Fiquei um tempo sem escrever por aqui, né? Mas não vou mais me enrolar com desculpas, não. Vou simplesmente escrever e te contar um pouco sobre essa visita que conseguiu, mais um pouquinho, ampliar minha percepção sobre esse mundão lindo de meu Deus.

Saímos de São Paulo em um domingo e fomos direto pro aeroporto de Barajas, em Madri. Esperamos algumas horinhas  e logo pegamos outro vôo pra Paris. No começo, nosso objetivo era, de fato, ir até Paris e passar 4 dias por lá, mas Londres gritou bem alto em nossos ouvidos e fomos fracos o suficiente pra ouvir. Decidimos, então, passar 2 dias em cada cidade.

Ao chegar em Paris, mais precisamente fomos correndo com as malas para encontrar o lugar onde poderíamos pegar um ônibus até Londres. E tava bem frio, pra nós matogrossenses, tava frio pra caramba (menos pro Gustavo porque ele não sente frio, nunca vi)!

Você deve estar se perguntando “por que mal chegar em Paris e já ir pra Londres?” mas não sei te responder, mas provavelmente era o que saía mais em conta na época. Passamos a noite viajando, pra economizar no hotel.

Às 05h30 estávamos na Victoria Coach Station. Precisávamos esperar o lugar onde poderíamos guardar nossas malas abrir, porque o check in do hotel só abria às 15h. Não foi difícil, né? Tudo é tão espetacular que a espera se torna parte da experiência.

Tomamos nosso rumo e fomos direto ao Buckingham Palace.

{Ah, que saudade que deu!} Do Buckingham Palace cruzamos a rua e chegamos a The Mall que é uma avenida que liga o palácio a Trafalgar Square. Pela foto da Júlia (de vermelho), tenho certeza que você vai reconhecer.

Ao lado do palácio, fica o Green Park, que foi registrado pela primeira vez em 1554 como o lugar onde aconteceu uma rebelião que protestava contra o casamento da rainha Mary I e do príncipe Philip II, da Espanha. Não confundam o Green Park com o St. James Park, eles ficam bem perto um do outro mas são parques diferentes.

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Depois de sair do Green Park, fomos andamos um pouquinho a pé e pegamos um ônibus até a estação King’s Cross, pra visitar a Platform 9¾.

A Platform 9¾, ou Plataforma 9½ (como é traduzida no Brasil) é aquele lugar por onde só bruxos conseguem passar para chegar em Hogwarts. Lembrou? Então, esse lugar existe e se você gosta tanto de Harry Potter como eu, você precisa, precisa, precisa conhecer e levar sua família com você! Tem um lugar pra tirar foto e uma lojinha linda pra comprar souvenirs pra todos aqueles seus amigos esquisitos (Andreza) que gostam tanto de Harry Potter como você. Clica aqui pra ver o que dá pra comprar por lá!

Depois disso a gente foi pro British Museum, que é um dos meus lugares preferidos. Considerando o pouco tempo que a gente tinha, conseguimos ver muita coisa! O lugar é imenso, mas achar o que a gente realmente queria ver não foi tão difícil.

No dia seguinte, pegamos outro ônibus e visitamos o National History Museum, que é meu xodó (eu sei que no post do ano passado eu disse que era o British, mas agora mudou). ♥ Se eu morasse em Londres, visitaria esse museu, pelo menos, 2 vezes por mês. Clica aqui pra ver o site oficial do museu e aqui pra ver o que eu já escrevi sobre ele. Aliás, só pra que meus primos saibam, eu nunca vou esquecer nosso momento no chão do British conversando sobre tudo. Foi um daqueles momentos que a gente põe num quadrinho e guarda pra sempre.

Como somos ótimos turistas, não poderíamos deixar de visitar o Big Ben, a London Eye (de longinho) e a Westminster Abbey.

O nosso segundo dia rendeu bastante! Pegamos um ônibus e fomos visitar a Tower of London e a Tower Bridge. (Ah, se você quiser saber um pouco mais sobre elas, entra aqui que fiz um resumão sobre o que esses pontos turísticos significam pra cidade.)

Pronto, gente! Esse foi o post sobre os nossos dias em Londres! Brigada seus feio por essa experiência que eu vou levar pra sempre no meu ♥. Não vejo a hora de planejar outra viagem com vocês e dessa vez vamos ter mais tempo pra aproveitar. Iiiiiiiiisso! Bye!

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Alô Géraldo, chame um táxi porque nóish vamuish pra Parish!

IMG_6787Oieeee! Ah blog, que saudade de você! Voltei na versão 2.0, agora tenho mais espaço pra escrever e postar quaaase tudo o que eu quiser! Andei postando imagens muito grandes e isso acabou com meu espaço de armazenamento, mas agora eu aprendi… blogger amadora nunca mais!

Vim pra contar uma super mega notícia m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a: nós vamos pra Paris! Meus primos Júlia, Marcela, Gustavo e eu vamos visitar a Cidade Luz em maio deste ano! Vamos ficar só 4 dias, mas já é o suficiente pra ter muuuuuita história pra contar, né?

Bom, obrigada aos leitores por não terem me abandonado! Eu sou apaixonada por esse blog e nunca, nunca, nunca vou deixar de escrever nele! Até breve! ♥

Obs: O título é uma referência a Leona, assassina vingativa, e sua eterna inimiga, Aleijada Hipócrita.


Hey blog, I missed you so much! I’m back in a better version, now I got a lot of space to write and post almost anything I want! I’ve been posting reeeally big images and my storage space was reduced to nothing. But now I’ve learned, I’m no longer an amateur blogger!

I came here to tell you something a-m-a-z-i-n-g! We’re going to Paris! My cousins Júlia, Marcela, Gustavo and I are going to visit the City of Light, or, as I prefer, City of blinding Lights, in may! We’re going to be there for only 4 days, but isn’t that enough to have lots of stories to tell?

Well, thanks to each and every one of you for not giving up on this blog. I’m deeply in love with it and I’ll never ever stop writing on it! See u soon! ♥

Ps.: The tittle is a reference to a well known video here, in Brazil, you wouldn’t understand, because it’s in Portuguese so…  just leave a comment! Byeeeee…

Barcelona

Barcelona

Que cidade maaaaaravilhosa! Me apaixonei, levou o 2º lugar no meu ranking de ~Cidades no mundo onde eu moraria tranquilamente sem reclamar~ a temperatura era agradável, as ruas são lindas, a comida é saborosa, tem praia, tem loja de bugiganga, tem ciclovia, tem shopping, tem de tudo lá, minha gente! Sem contar que tem uma cara de Brasil que eu vou te contar, viu?

Barcelona

Com esse post me despeço da sequência de cidades que visitei nessa viagem :( mas ainda assim tenho algumas coisinhas pra postar que acabei me esquecendo. Fiquei num hostel muito legal, bem pequeno, aconchegante, o único problema é que ficava no 4º andar de um predinho e não tinha elevador.

Barcelona

Fiquei tão pouco lá que nem deu tempo de tirar muita foto e nem de conhecer melhor a cidade. Vai ter que ficar pra próxima… No entanto, o pouquinho que consegui ver foi o suficiente pra me deslumbrar. Barcelona é a capital da Catalunya, uma comunidade autônoma (uma comunidade autônoma é uma entidade territorial que, no ordenamento constitucional da Espanha, é dotada de autonomia legislativa e competências executivas, bem como da faculdade de se administrar mediante representantes próprios) no Nordeste da Espanha.

Barcelona

O idioma lá falado é diferente do espanhol e eu não entendia nada do que eles falavam. A área hoje conhecida como Barcelona já era habitada na pré-história. Na verdade, foi no final do século X, com o fim do Império Romano, que a cidade se tornou mais importante. A cidade tem 1,62 milhões de habitantes, sua área metropolitana possui quase 5 milhões. A expectativa de vida por lá é altíssima, cerca 82,8 anos! E tem mais, é a 5º melhor cidade do mundo pra se viver (qualidade de vida)! Bora todo mundo morar em Barcelonaaaaaaaa!

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Pra finalizar uma imagem do Templo Expiatório da Sagrada Família. Estava sob reforma, então a foto foi um pouco atrapalhada. Mas ainda assim o estilo gótico da construção é magnífico.

IMG_5870Como não visitei o templo, não sei exatamente o que escrever sobre ele, mas se você quiser saber mais e se entender um pouquinho de inglês entra AQUI!, é o site oficial da Sagrada Família e explica tudo sobre sua construção e seus arquitetos. Se você, assim como eu, foi aluno do Juan, você sabe a importância do templo tanto na história quanto na arquitetura. É isso, obrigada! ♥

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When in Rome (Coliseu)

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“Localizado no coração arqueológico da cidade de Roma, o Anfiteátro Flaviano, ou, como mais comumente é conhecido, o Coliseu, é um monumento que recebe diariamente um enorme numero de visitantes atraídos pelo encanto de sua história e complexidade de sua arquitetura.”

O Coliseu começou a ser construído em 72 dC, Flávio Vespasiano e inaugurado por Tito, no ano de 80 dC e completado por seu irmão, Domiciano, em 82 dC. O anfiteatro é a construção mais imponente da antiguidade dentre aquelas que foram destinadas à lutas entre gladiadores e à simulações de caça. O último espetáculo sediado no Coliseu é datado de 523 dC. Mais ou menos nessa época, algumas partes da sua estrutura começou a desmontar, então a arena começou a ser preenchida com terra.

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A partir da segunda metade do século VI, o anfiteatro passou por um período de negligência e, logo, os materiais começaram a ser saqueados: o revestimento de mármore, os grampos de metal que sustentavam os blocos de prego, etc. Os buracos ainda visíveis no travertino (rocha calcária) são consequência desses roubos.

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O nome Colosseum, que apareceu pela primeira vez no século VIII, provavelmente deriva da memória de uma estátua chamada Colosso de Nero, uma estátua de 30 metros do imperador que ficava nas imediações do atual monumento. Durante o século XVI a tradição que identifica o Coliseu com o lugar do martírio dos primeiros cristãos se estabeleceu, embora nunca tenha sido provada. A natureza sagrada do edifício foi sancionada em ocasião do Jubileu em 1750, quando o Papa Bento XIV  levantou uma cruz no meio da arena e 14 capelas foram construídas para a Via Crucis. Depois de um terremoto em 1803, começaram a ser realizadas obras de reconstrução que transformou o Coliseu de runas a ao monumento que é hoje.

Assim era o Coliseu intacto (modelo de madeira por C. Lucangeli e P. Dalbono (modelo construído entre os séculos XVIII -XIX):

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A entrada para os espetáculos era gratuita. Em eventos particulares, os espetáculos poderiam durar vários dias, como aconteceu na inauguração, que durou 100 dias. Nessa ocasião (da pra acreditar?) a área central também foi usada como piscina para batalhas navais (naumachia)! O dia de espetáculo era organizado assim: pela manhã, depois de um desfile de abertura de todos os participantes (pompa), espetáculos chamados venationes tomavam lugar, estes consistiam em lutas entre animais selvagens, caçadas lideradas por homens armados e shows de animais domesticados. Cenários cuidadosamente preparados reproduziam perfeitamente o habitat natural dos animais com efeitos estonteantes.

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Na hora do almoço, a arena era utilizada para execuções, entre as quais, o damnatio ad bestias era o mais cruel: o condenado era jogado em jaulas de animais selvagens, geralmente leões, e deixado à morte.

Na parte da tarde, as lutas entre gladiadores aconteciam. Haviam diversos tipos de equipamentos que podiam ser usados por eles. A maioria dos gladiadores era escrava ou prisioneira de guerra que pertencia a gestores (lanista) especializados em seu treinamento e recrutamento. Existiam também homens que escolhiam a profissão de gladiador que esperavam ganhar muito dinheiro e fama. Eles viviam e treinavam juntos e, depois de muitas lutas, poderiam ser dispensados e, no caso dos escravos, libertos. Alguns deles eram tão populares que se tornaram verdadeiros ídolos para seu público.

Toooodas essas informações aí em cima eu tirei de um site italiano oficial sobre o Coliseu, traduzi a brochura para o português, considerando as informações mais importantes.

Eu não sei nem se é possível chegar a um número concreto de mortes sediadas no Coliseu. No entanto, muitas fontes afirmações de historiadores revelam números absurdos. Um professor do Departamento de História da Universidade de Chicago estima que cerca de 5000 gladiadores (não sei se somente no Coliseu ou em todas as arenas) foram mortos a cada ano durante o Império Romano até o final do século 5. O Coliseu suportava uma quantidade enorme de espectadores, cerca de 50000 pessoas.

Outras informações afirmam que somente no festival de inauguração, 9000 animais foram massacrados. Durante um outro festival em 240 dC, estima-se que: 2,000 gladiadores, 70 leões, 40 cavalos selvagens, 30 elefantes, 30 leopardos, 20 asnos-selvagens-africanos, 19 girafas, 10 antílopes, 10 hienas, 10 tigres, 1 hipopótamo e 1 rinoceronte foram mortos.

A atmosfera do lugar é carregada e triste. Nunca estive em um lugar como o Coliseu, onde tantas pessoas e animais foram mortos, por pura diversão e entretenimento. É uma brutal mancha de sangue na história da humanidade. Se você quiser entender um pouquinho mais sobre a história dos gladiadores e ver como eram mais ou menos algumas das batalhas lá sediadas, eu recomendo o filme Gladiador, de 2000.

Ou, esse documentário de 2015, com imagens e reproduções muito incríveis, não tem legendas, mas as simulações valem muito à pena serem vistas.

Logo, logo eu volto pra escrever um pouco mais sobre o Fórum Romano e a Basílica de São Pedro.

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Como viajar para vários países na Europa sem gastar muito

Bom dia! Minha casa tá uma loucura! Lembra daquele post láááá atrás quando eu disse que precisava reformar meu quarto? Finalmente estou fazendo isso! Prometo que assim que ele ficar pronto eu vou te mostrar pedacinho por pedacinho de tudo o que eu quis colocar nele.

Enquanto esse dia não chega (provavelmente daqui a um mês), vou continuar te contando minhas experiências da melhor viagem do mundo! Se você estiver pensando que gastamos horrores pra poder viajar de um país pro outro com tanta facilidade durante nossa viagem pela Europa, você está pensando errado.

Foto: site Elines República Checa

Através da Eurolines, uma empresa responsável por viagens de ônibus por toda a Europa, nós conseguimos, com 185 euros cada, 15 dias ILIMITADOS de passagens de ônibus de e para 53 cidades do continente, esse passe se chama Euroline Pass. Vou te explicar melhor mostrando. Ps: os preços aumentaram, por isso o passe que usamos não é mais vendido pelo valor que eu disse anteriormente, agora ele custa 195 euros.

Eu não sabia que existia isso e facilitou MUITO nossa viagem. Passagens de avião e trem são caras e, apesar do desconforto óbvio em viagens longas de ônibus, tudo é novo, a paisagem, as pessoas, as paradas e o mais legal, às vezes é preciso cruzar países para chegar ao seu destino.

Claro que o negócio não é bagunçado, né? Para evitar transtornos e confusão, é preciso programar sua passagem com antecedência. É muito fácil. Depois de comprar seu passe, você só precisa informar o local de partida (cidade de onde você vai sair), escolher um entre os 53 destinos e agendar no próprio site e selecionar qual é a melhor opção de horário e dia da semana oferecida pelas companhias de ônibus. Uma dica legal: escolha viajar de noite, assim você economiza hotel e dorme durante a viagem!

Depois que você selecionar seu destino e confirmar sua viagem, você receberá em seu e-mail, uma confirmação da companhia de ônibus do país que você escolheu contendo o número do seu bilhete. Na maioria das vezes é preciso imprimi-lo, mas algumas companhias apenas te mandam o número do bilhete e pedem que o apresente na hora do check-in.

Dicas úteis na hora de comprar seu Euroline Pass, programar suas passagens e fazer as malas:

    • Assim que você fizer a compra do seu Euroline Pass é fundamental que você imprima o documento gerado pelo site no qual consta o número do seu passe, você precisa apresentá-lo sempre que for embarcar.  
    • Sempre, SEMPRE carregue o seu passaporte com você, ele é seu documento de identidade em um país estrangeiro e para validar sua passagem você precisa apresentá-lo na hora do check in pra entrar no ônibus.
    • Em geral, os passageiros devem apresentar-se para o check-in até 30 minutos antes da partida. Pode ser recusado o embarque aos passageiros que se apresentem para check-in 15 minutos antes da partida. Nas estações de Victoria em Londres e Gallieni em Paris, os passageiros devem apresentar-se para o check-in o mais tardar até 1 hora antes da hora de partida indicada no bilhete.
    • Você precisa comprar o Euroline Pass pelo menos 7 dias antes de marcar sua primeira viagem. Se precisar viajar antes disso, precisará comprar seu passe em um dos escritórios da Eurolines (comprei o meu com 8 dias de antecedência).
    • A Eurolines recomenda que cada viagem seja marcada com, pelo menos, 48 horas de antecedência, em alta temporada eles recomendam que a viagem seja agendada, no mínimo, 5 dias antes viajar.
    • Até 24 horas antes da partida, os utilizadores do Eurolines Pass podem alterar as suas reservas, estando a alteração sujeita a disponibilidade de lugares e a uma taxa administrativa.
    • O cliente que não compareça numa reserva confirmada, pode, segundo o critério da agência local Eurolines, ter que efetuar o pagamento da taxa completa do local de partida até ao local de chegada num serviço no âmbito da rede aderente ao programa Eurolines Pass.
    • Verifique sempre o ponto de partida da estação indicado no seu bilhete.
    • Pode utilizar o seu passe para efetuar uma viagem simples ou ida e volta entre as mesmas duas cidades (por exemplo, Paris-Barcelona ou Paris-Barcelona-Paris). Depois disso, esta mesma viagem não pode ser repetida usando o mesmo passe.
    • Você pode viajar com: 2 malas de tamanho médio e mais uma mala de mão por pessoa em todas em todos os serviços da Eurolines

Entre os 53 destinos estão:

Amesterdam, Barcelona, Berlim, Bruxelas, Budapeste, Dublin, Florença, Frankfurt, Genebra, Lisboa, Londres, Lyon, Madrid, Paris, Roma, Milão, clique AQUI! para ver todos os destinos. Ps: os nomes das cidades estão em português de Portugal! Clique AQUI! para ser redirecionado a página em português (de Portugal) da Eurolines que contém perguntas e respostas mais frequentes sobre seu passe.

Ter um dispositivo que tenha acesso a Wi-Fi nessas horas é MUITO útil! Vou escrever um post sobre apps indispensáveis para uma viagem. Mapas também são uma ótima opção, mas só quando o objetivo é encontrar lugares conhecidos. Tenha um caderninho para anotar endereços porque, na falta do Google Maps, você pode encontrar o endereço do hotel ou da estação de ônibus em um mapa comum, mas já vou avisando, vai ser muito difícil! E preste atenção na hora de comprar seu mapa porque nos mais baratos só tem o centro da cidade e se você, assim como nós, não tiver dinheiro pra bancar um hotel perto de tudo, vai precisar de um mapa enorme pra se localizar! Hahaha. Se você puder, opte pelo Google Maps! É fácil encontrar Wi-Fi aberta. A maioria das Starbucks e Mc Donald’s oferecem internet sem fio de graça pra seus clientes!

Resumindo o que é o Eurolines Pass: é um passe de 15 ou 30 dias que te dá direito à passagens de ônibus entre 53 cidades europeias, mas não basta somente possuir o passe em mãos e aparecer pro embarque. É preciso reservar sua passagem com antecedência no próprio site da Eurolines ou em uma de suas agências, verificar a disponibilidade e receber, por e-mail, a confirmação de reserva e número do bilhete.

Lembre-se de que para circular em países como Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Islândia, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Polônia, Portugal, República Tcheca, Suécia e Suíça é preciso possuir em mãos um seguro um Seguro Viagem que contenha cobertura mínima de € 30.000 para garantir a execução do auxílio médico em caso de doença ou acidente, valor estipulado por atender todos os países pertencentes ao Tratado de Schengen que estabelece regras específicas aos turistas que pretendem visitar alguns países do continente Europeu. O objetivo do acordo é garantir o controle da circulação de visitantes entre os países integrantes. Quatro países estão passando por fase de implementação: Liechtenstein, Bulgária, Romênia e Chipre. (Essas informações foram tiradas do site da Allianz Global Assistance, empresa que escolhemos para fazer nosso seguro.)

Mesmo assim, para qualquer lugar que você for, é muito importante e indispensável que possua um seguro de viagem, caso ocorra qualquer incidente durante o passeio. O seguro pode também facilitar sua entrada na Europa, por ser visto como uma medida de segurança e preparo tomada pelo viajante.

**IMPORTANTE** O PASSE É VÁLIDO POR 15 OU 30 DIAS CORRIDOS, E NÃO 15 ou 30 DIAS VIAJADOS!

Informações válidas para o Euroline Pass 15 dias

*as taxas YOUTH são para passageiros com menos de 26 anos*

LOW SEASON – Baixa Temporada

9 de novembro (2015) a 3 de dezembro (2015) | 4 de janeiro (2016) a 31 de março (2016)

MID SEASON – Média temporada

1º de abril (2015) a 18 de junho (2015) | 31 de agosto (2015) a 8 de novembro (2015)

HIGH SEASON – alta temporada

19 de junho (2015) a 30 de agosto (2015) | 4 de dezembro (2015) a 3 de janeiro (2016)

Oferta especial

1º de maio a 18 de junho (2015) a preço de low season (baixa temporada)

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