Uma atitude admirável

Boa noite blog! Hoje eu vim contar como minhas duas últimas semanas têm sido muito boas! Bom, a razão disso é a adoção de duas cachorras abandonadas que presenciei. Existe uma ONG aqui em Rondonópolis chamada Cantinho de Proteção. Elas recolhem animais abandonados e levam até clínicas veterinárias buscando o apoio da população que pode participar doando qualquer valor, adotando ou até mesmo divulgando e compartilhando fotos dos animais que precisam de um lar! A Amora e a Princesa foram abençoadas com um novo lar recentemente. Um imenso obrigada ao professor de Direito Administrativo da UFMT e à Gislene, estudante da UFMT, que adotaram a Princesa e a Amora, respectivamente.

A Leishmaniose é uma doença séria que precisa de atenção especial. Primeiro para que não se faça uma conclusão errada antes mesmo de saber o que ela significa, segundo para o animal, que precisa de cuidados redobrados para conviver saudável e feliz com a Leish. Não sou veterinária e não sei explicar em termos técnicos como a doença funciona, por isso, se tiver qualquer dúvida procure um veterinário de sua confiança!

Muitas vezes a Leishmaniose se torna um impedimento na adoção, mas isso acontece por falta de informação por parte dos cidadãos que tem muito medo de adotar um cãozinho aparentemente sem muito tempo de vida e doente. Claro, é uma doença que não tem cura, mas com o devido tratamento e cuidados, hoje em dia um cão vive saudável e tranquilamente durante anos! A transmissão da doença acontece através da picada de um mosquito específico, mais conhecido como mosquito palha, e ele precisa estar infectado para transmitir a doença. Existe também uma coleirinha especial que pode ser colocada tanto no pescoço de cães saudáveis, para preveni-los da doença, quanto em cães infectados, para evitar que o mosquito pique ele e transmita para outro cão ou ser humano.

Por isso, adotar um cãozinho com Leishmaniose exige muita responsabilidade! É preciso também, que seu futuro dono se informe diretamente com um veterinário para saber tudo sobre a doença. Já cuidei de dois cachorros portadores da doença, a Nina e o Juca, mas infelizmente naquela época o tratamento era pouco explorado e eles não resistiram por muito tempo. Bom… por fim é isso! Mais um enoooorme obrigada ao Professor Francisco e à Gislene pela atitude de dar a duas cachorrinhas um novo lar e uma chance de vida nova! Obrigada Brenda, Andreza e mami por ajudarem a divulgar, vocês são incríveis! ♥

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